Acompanhamos de perto quem constrói, escolhendo oportunidades que poucos alcançam.
Você pode investir diretamente no mercado imobiliário, com garantias reais, enquanto a nossa inteligência proprietária cuida de todos os detalhes.

ZOOM IN
Imagine que uma incorporadora precisa de dinheiro para construir um prédio ou um condomínio de casas. Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) te conectam diretamente a esses projetos: você empresta e recebe juros em troca.
Na GCB, cada operação é estruturada com rigor e blindagem, para proteger seu capital e ampliar seu retorno.
Assim, você acessa um investimento com potencial de retorno elevado, proteção de crédito e lastro real.

quem entende o jogo, joga melhor
Cada projeto conta com uma estrutura legal independente, com bens separados e protegidos, para que o investidor mantenha sua segurança mesmo diante de dificuldades da desenvolvedora.
Operações que superam a renda fixa tradicional, viabilizadas com projetos fora do radar dos grandes bancos.
Garantias de até 200% da dívida para que você esteja protegido mesmo em cenários de inadimplência.
Relatórios de acompanhamento mensais, baseados nas visitas de campo e contato direto com os desenvolvedores. Tudo para a sua informação e segurança.
O CRI é um título de crédito que permite investir no mercado imobiliário em projetos como obras e empreendimentos de incorporadoras, por exemplo, sem precisar comprar um imóvel.
Na GCB, cada operação passa por uma análise técnica e criteriosa, que avalia riscos, garantias e estrutura de pagamento. Além disso, os CRIs são estruturados com camadas de proteção que reforçam a segurança da operação.
Dessa forma, o investidor acessa oportunidades com garantia real, rentabilidade atrativa e o respaldo de uma gestão baseada em inteligência e solidez.
O CRI é um título de renda fixa lastreado em recebíveis imobiliários (aluguéis, parcelas de imóveis etc.). Ele pode oferecer taxas acima das alternativas mais comuns e, para pessoa física, é atualmente isento de IR.
Já o CDB é um empréstimo ao banco: é simples, pode ter liquidez diária, tem proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até os limites da regra, e tem imposto de renda.
O Tesouro Direto é um empréstimo ao governo, com alta liquidez e incidência do imposto de renda, sendo a principal referência de baixo risco de crédito no país.
Rentabilidade: os CRIs tendem ter maior rentabilidade por assumir mais riscos.
Imposto: atualmente a pessoa física é isenta de IR nos CRIs; já o CDB e Tesouro são tributados pela tabela regressiva.
Proteção: o CDB tem a proteção do FGC, o Tesouro tem o risco do governo. A segurança de um CRI está atrelada à escolha de bons projetos, à análise de lastro e às garantias constituídas, por exemplo.
Liquidez: os CRIs costumam ter menor liquidez que CDBs e Tesouro, sendo mais indicados para investidores que aceitam prazos definidos ou saída via marketplace.
No mercado imobiliário, atuamos onde os grandes bancos não chegam: projetos sólidos de pequeno e médio porte com alto potencial de retorno. Eliminamos intermediários, simplificamos processos e estruturamos operações com governança robusta e garantias claras, tudo para entregar retorno alinhado a risco calculado.
Na prática, isso significa:
Essa resposta varia de acordo com cada operação, alguns exemplos são: recebíveis, estoques de imóveis, aval e cotas de empresas, por exemplo.
Cada operação tem uma cobertura mínima (a partir de 120%) que pode ultrapassar em 200% do valor da dívida.
A GCB acompanha as obras de forma contínua: realizamos visitas periódicas in loco, mantemos contato direto com os desenvolvedores e contratamos monitoramento técnico terceirizado para inspeção de obra e verificação dos recebíveis.
Essa proximidade permite identificar e antecipar riscos, aumentando a segurança do investimento. Disponibilizamos informes mensais com status da obra, evidências (fotos) e indicadores-chave para que você acompanhe a evolução de forma transparente.
Todo investimento envolve riscos, mas os CRIs da GCB passam por análise jurídica e técnica e contam com garantias reais, o que aumenta significativamente a previsibilidade dos pagamentos. Além disso, estruturamos mecanismos adicionais — como fundo de reserva para manter o pagamento de juros em caso de imprevistos — e, se necessário, a execução das garantias como último recurso, para reforçar a proteção ao investidor.
Principais riscos:
• Risco de crédito do lastro: inadimplência dos pagadores dos recebíveis (compradores, locatários etc.).
• Risco de execução/obras: atrasos, estouro de custos ou problemas técnicos que afetem o fluxo de recebíveis.
• Risco de liquidez: CRIs costumam ter menor liquidez no mercado secundário.
• Risco regulatório/fiscal: mudanças em regras tributárias ou regulatórias que afetem a remuneração (ex.: alteração da isenção de IR).
• Risco de mercado: desvalorização do ativo imobiliário que compõe a garantia em cenários adversos.
Principais vantagens:
• Garantias reais e estrutura jurídica: aumentam a previsibilidade e respaldo em caso de problema.
• Potencial de retorno superior: prêmio por risco associado ao lastro imobiliário e à eficiência de intermediação.
• Mecanismos de proteção: fundos de reserva, estruturas segregadas e covenants que mitigam exposição.
• Isenção fiscal (quando aplicável): rendimentos de CRIs para pessoa física têm status de isenção em emissões sob as regras vigentes, o que pode aumentar retorno líquido.
Na GCB, mitigamos esses riscos com diligência técnica, governança, monitoramento contínuo e estruturas contratuais robustas, sempre visando entregar retorno consistente com risco calculado.
Atualmente, os CRIs contam com isenção de IR para pessoas físicas.
As operações de CRI estruturadas pela GCB têm prazo definido e, em regra, não oferecem liquidez ao longo do período. Essa característica reduz oscilações e preserva a previsibilidade dos fluxos de caixa, por isso a estratégia é indicada para investidores que podem manter o capital aplicado até o vencimento.
Caso o investidor precise de liquidez antecipada é possível anunciar a posição através do Marketplace, mas a venda não é garantida e depende de demanda no mercado.
Em caso de atraso, acionamos os mecanismos previstos na estrutura: inicialmente utilizamos o fundo de reserva para manter o pagamento dos juros; em paralelo (e se necessário), iniciamos renegociação dos recebíveis e exigimos aporte de capital pelo desenvolvedor; persistindo a inadimplência, executamos as garantias (aval, imóveis e/ou recebíveis cujo valor supera a dívida) como último recurso para proteger o investidor.
Conheça algumas das emissões anteriores de CRIs da GCB e diversifique sua carteira com rentabilidade superior.
Rentabilidade não espera. Você também não deveria.
Abra sua conta e receba alertas exclusivos das próximas emissões.
CRIs exclusivos, selecionados com rigor, garantias reais e monitoramento próximo de cada projeto. Veja você mesmo:
Abra sua conta